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Hackers que roubaram arquivos de celebridades liberam documentos de Lady Gaga

Publicado em 19/05/2020 16:33

Criminosos agora pedem resgate de US$ 42 milhões para evitar novos vazamentos Os hackers que atacaram um escritório de advocacia da área de entretenimento, nos Estados Unidos, divulgaram documentos que são atribuídos a Lady Gaga, depois de dobrar seu pedido de resgate para US$ 42 milhões (cerca de R$ 243 milhões), na última quinta-feira (14). Intitulado REvil, o grupo de hackers seria da Europa Oriental e teria roubado e-mails particulares, contratos e detalhes pessoais do escritório de advocacia Grubman Shire Meiselas & Sacks, com sede em Nova York, no início da semana. Agora, depois que suas exigências de resgate foram rejeitadas, os hackers publicaram em seu site uma pasta de 2,4 gigabytes, incluindo parte de trabalhos legais que o escritório de advocacia fez para Lady Gaga. Os arquivos parecem ser principalmente documentos padrão da indústria da música. De acordo com informações do Daily Mail, os documentos incluem contratos enviados a produtores, colaboradores e membros de turnês, acordos promocionais, folhas de despesas, formulários de acordo de confidencialidade, contratos de artistas, formulários de reembolso para o artista Jeff Koons e algumas fotos promocionais. Veja algumas fotos de documentos vazados!

Além de Lady Gaga, a empresa também representa estrelas como Bruce Springsteen, Lizzo, Madonna, Drake, The Weekend, entre outros.

Os hackers afirmam ainda ter “roupas sujas” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mesmo que o presidente nunca tenha sido cliente da empresa, de acordo com uma fonte.

Aumento de resgate De acordo com informações do site americano Page Six, o “REvil” postou uma mensagem na quinta-feira dizendo: ‘O resgate agora é de US$ 42 milhões. A próxima pessoa que publicaremos é Donald Trump. Há uma eleição em andamento e encontramos uma tonelada de roupa suja a tempo”. Anteriormente, o grupo estava pedindo US$ 21 milhões para não vazar dados das celebridades.

O grupo alega ter obtido 767 gigabytes de informações da empresa, incluindo contratos, acordos de confidencialidade, informações de contato privadas e correspondência privada.

Lady Gaga é uma das estrelas afetadas pelo ataque hacker a um escritório de advocacia (Foto: Reprodução) Os hackers que atacaram um escritório de advocacia da área de entretenimento, nos Estados Unidos, divulgaram documentos que são atribuídos a Lady Gaga, depois de dobrar seu pedido de resgate para US$ 42 milhões (cerca de R$ 243 milhões), na última quinta-feira (14). Intitulado “REvil”, o grupo de hackers seria da Europa Oriental e teria roubado e-mails particulares, contratos e detalhes pessoais do escritório de advocacia Grubman Shire Meiselas & Sacks, com sede em Nova York, no início da semana. Agora, depois que suas exigências de resgate foram rejeitadas, os hackers publicaram em seu site uma pasta de 2,4 gigabytes, incluindo parte de trabalhos legais que o escritório de advocacia fez para Lady Gaga. Os arquivos parecem ser principalmente documentos padrão da indústria da música. De acordo com informações do Daily Mail, os documentos incluem contratos enviados a produtores, colaboradores e membros de turnês, acordos promocionais, folhas de despesas, formulários de acordo de confidencialidade, contratos de artistas, formulários de reembolso para o artista Jeff Koons e algumas fotos promocionais. Veja algumas fotos de documentos vazados! Além de Lady Gaga, a empresa também representa estrelas como Bruce Springsteen, Lizzo, Madonna, Drake, The Weekend, entre outros. Os hackers afirmam ainda ter “roupas sujas” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mesmo que o presidente nunca tenha sido cliente da empresa, de acordo com uma fonte. Aumento de resgate De acordo com informações do site americano Page Six, o “REvil” postou uma mensagem na quinta-feira dizendo: ‘O resgate agora é de US$ 42 milhões. A próxima pessoa que publicaremos é Donald Trump. Há uma eleição em andamento e encontramos uma tonelada de roupa suja a tempo”. Anteriormente, o grupo estava pedindo US$ 21 milhões para não vazar dados das celebridades. O grupo alega ter obtido 767 gigabytes de informações da empresa, incluindo contratos, acordos de confidencialidade, informações de contato privadas e correspondência privada. Eles também têm backups criptografados e fornecerão apenas um meio de acessá-los se a empresa pagar.

Uma fonte disse à Page Six que um dos advogados fundadores da empresa, Allen Grubman, não “negociará com terroristas”.

A mensagem do grupo dizia a Grubman “nós destruiremos sua empresa se o dinheiro não for pago”.

Celebridades alvos de ataques cibernéticos

Celebridades volta e meia são alvos de ataque de hackers. Quando não sofrem ameaças, dados pessoais, fotos, músicas e até vídeos acabam sendo expostos nas redes.

Demi Lovato, Cardi B, Ariana Grande, Miley Cyrus e Selena Gomez são só algumas das estrelas que já sofreram algum dano virtual ou tiveram sua intimidade à mostra contra sua vontade.

Fonte/Reprodução: POPline